Elas estão em todos os lugares, têm diferentes cores, cheiros, formatos, significados, cultura e objetivo. Crescem individualmente ou em grandes grupos, em lugares quentes e secos, úmidos e frios, não necessariamente nessa combinação. Fazem parte da vida de todos, e de todos que não fazem, um dia, de alguma maneira, irão tocar e sentir sua suave existência.

As mulheres florescem todos os dias. É inegável dizer que cada uma delas possui uma característica peculiar e autêntica que a se destaca das outras. Durante seu crescimento, passam por transformações caracterizadas por mudanças sutis de pequenos brotos até se tornarem grandes e belas com pétalas sedosas cujo destinado objetivo é serem deslumbradas por todos que passam por sua vida.

As flores estão em todos os lugares marcando presença evasiva aos olhos ocupados dos seres que passam despercebidos. Por sensações amorosas ou pavorosas é que nos lembramos de sua existência e corremos para seus braços na busca de um aconchego egocêntrico. Não servem apenas para embelezar nossas vidas, tão pouco para colecionarmos como troféus e tratá-las com desdenho. Elas fazem parte de todo um equilíbrio natural que nos mantém vivos.

É dessas palavras e descrições tão "distintas" que surgiu a vontade da misturar as características dessas duas peças, fundamentais para qualquer existência, em um ensaio fotográfico diferenciado e sem medo de mostrar expressões polêmicas.

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O projeto consiste na escolha de uma determinada flor, o estudo da mesma, – desde suas características físicas, sobrevivência até sua simbologia em diversos lugares do mundo – e agregar dados desse estudo em um ensaio fotográfico com uma mulher.

Diferente do que as pessoas podem pensar, as fotos não têm o objetivo de lembrar a flor que representa. A foto tem como principal elemento característico o estudo da flor como base de geração de conteúdo e parte de linguagem fotográfica para a criação da fotografia, nada além disso.

Como projeto completo, o objetivo é alcançar um número de fotos equivalente ao de letras do alfabeto – acompanhando o nome das flores como iniciais de cada letra. Ao todo serão vinte e seis fotografias.

Até o momento apenas cinco fotos feitas, e são correspondentes as letras: D (Dama da Noite), F (Flor de Lótus), G (Girassol), R (Rosa), T (Tulipa).


Veja o vídeo de apresentação abaixo:

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                                                                                                                                                  tela cheia









Esses dias eu estava conversando com uma amiga sobre trabalho, fotografia e ajudar os outros sem motivo aparente. Durante o papo eu disse a ela que me achava um bobo, que eu às vezes sou muito bonzinho e posso não receber a mesma gratidão de volta. Muitas vezes até tomar na cara e me decepcionar com atitudes inesperadas de quem recebeu meu help.

Na verdade, eu não espero nada de volta, - além do reconhecimento que a pessoa tem que ter por mim - mas DE LONGE eu espero o contrário, que seria a falta de gratidão ou uma possível passada de perna.

Como fechamento da discussão, minha amiga pediu para eu procurar um vídeo no Youtube. Logo abaixo vocês podem, e devem, assistir esse vídeo.




É... eu me identifiquei bastante com as palavras da Clarice Lispector. Creio que todo bobo passa por um dilema, pelo menos uma vez na vida, questionando se o seu jeito de viver é vantajoso ou não.

Se eu fosse esperto não compartilharia isso com ninguém, pois teria medo de ver bobos adquirindo e tendo conhecimento de todo seu potencial. Mas, como eu sou bobo, fico feliz apenas de saber que vocês, com certeza, vão se inspirar pelas palavras do vídeo.

Sem mais, senão perde a graça.

Quem for bobo toca aqui o/

Abraços! ^^

Por favor, aguarde...

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