Trabalho Fotográfico - Sorte Influenciada pelo Observador

Dizem que a sorte é uma crença popular, invisível aos nossos olhos, sem valor real, mas que todos lutam para tê-la. De fato, alguns realmente a possuem, mas quando se é perguntado como a conseguiram, não sabem explicar, e os que se atrevem a abrir a boca, muitas vezes enrolam-se profundamente na justificativa e a fazem diferente de outros sortudos, provando assim, que não existe um jeito ideal e único para que a sorte bata em nossas portas.

Sorte é algo muito pessoal. Alguns acham que encontrar o amor ideal, casar-se, ter filhos e montar uma família alegre e saudável, é sorte. Outras pessoas acham que ganhar na loteria uma grande quantia em dinheiro e sair solitariamente pelo mundo, conhecendo todos os países, é sorte. Existem aqueles que simplesmente ficam satisfeitos com seu cotidiano, achando que sorte é apenas conseguir voltar vivo para casa depois de uma longa jornada de trabalho e pagar as contas no final do mês. Com desejos tão diferentes, a breve conclusão que se obtém é que: “Para resultados diferentes são necessário métodos diferentes para ter a sorte controlada”. Assim sendo, para quem quer ficar rico em um golpe de sorte não deverá usar os mesmos métodos de quem simplesmente, por exemplo, quer um amor pleno.

Felizmente é mais simples do que isso e, se você for um ser humano livre de crenças pegajosas, o resultado final esperado, independente da dificuldade de seus desejos e da diferença que existem nas pessoas no mundo, os métodos para se alcançar são iguais para todos os seres humanos existentes na face da terra, e o resumo para tudo isso se baseia em uma única palavra que está diretamente ligada à sorte: Observar.

Ao acordar depois de uma noite de sono, começamos uma jornada para pequenos ou grandes objetivos, que, como já dito, são específicos para cada pessoa, porém, mais claros para uns do que para outros, mais fáceis para outros do que para uns, mas todos seguem em busca de algo. Pequenas missões para a realização completa, e com êxito, do grande destino final. Tendo em mente que você é o senhor, ou senhora, com o controle absoluto sobre o caminho da vida, tendo ligação direta a sua própria observação, fica muito mais fácil de entender como controlar, até mesmo, dados estatísticos e probabilidades negativas.

Imagine que a vida é um jogo de tabuleiro com outras 6 bilhões de pessoas. Desse monte de gente, apenas algumas conhecem as regras do jogo, conseqüentemente, terão mais vantagem do que aqueles que jogam cegamente, sem entender nada.




As regras do jogo

• Neurolinguística e PNL;
• Lei da Atração (Física Quântica: “Fé Inabalável”, considerando a vontade que a pessoa tem de vencer o jogo);
• Estatísticas;
• Probabilidade (Seriam, literalmente, os dados do jogo).




Adversários

• Você mesmo;
• Observação alheia.




Objetivo

• Ter Sorte (Concepção que difere de pontos de vista);





O Jogo


Dois simples bebês, sem poder de escolha, nascem no mesmo dia, com alguns minutos de diferença, pela mesma mulher, na mesma sala do hospital. Gêmeos idênticos, univitelinos. Ambos, parecendo frágeis, são levados para incubadora onde ficam em observação. Após duas horas, um deles mostrou um grande progresso e pode sair para os braços da mãe, o outro, por sua vez, teve de ficar por lá, pois estava tendo problemas respiratórios e seu corpo precisava ficar numa temperatura adequada, era necessária mais observação.

Luis é o nome do pequenino que nasceu e logo foi aos braços da mãe. Rick é o nome do que teve de permanecer dois dias em observação. Após o ocorrido, o tempo passou e ambos tiveram um ótimo desenvolvimento. Ganhavam os mesmos presentes, vestiam as mesmas roupas, tinham os berços um do lado do outro, dividiam o mesmo quarto azul, com ursinhos pintados na parede e bichos de pelúcia espalhados em seus pequenos colchões. Se a mãe ficava chateada com um, ficava com o outro também. Por brincadeira do pai, ela às vezes os confundia, provando que até o amor de mãe tem suas falhas.

Completaram um ano de idade e ambos aprenderam a engatinhar e andar, tornando-os puros curiosos do mundo, pegando tudo que lhes convinham, enfiando qualquer coisa em suas bocas. Aprenderam a soltar algumas palavras na mesma época, mas um deles pronunciou a palavra “papai” e o outro as palavras de definição de quem não tem pai, que provavelmente foi aprendido em uma das diversas brigas que o casal tivera e utilizavam palavrões para troca de “carinhos” e, em seguida, a cama para as pazes.

Em uma tarde de final de semana, os pais brincavam com seus filhos no quintal de casa, chamando-os para vir para perto e rindo de seus passos desengonçados. Luis e Rick tinham a mesma velocidade e corriam lado a lado, mas Luis embaraçou os pés no vento e tropeçou, caiu e ralou o joelho em uma pedrinha que tinha na grama bem cuidada do chão. Foi-se a berrar. Rick parou de correr e ficou olhando Luis gritando e chorando: “PAPAI, PAPAI” segurando a perninha com as mãos, em cima do machucado. Os pais o levaram correndo para dentro da casa e fazer um curativo, deixando Rick sozinho no quintal, mas não demorou muito para o pai buscá-lo. Pegou-o no colo e começou a brincar apenas com ele enquanto a mãe paparicava o pequenino machucado.

O tempo passa e Luis e Rick crescem e começam a freqüentar a mesma escolinha. Os dois fazem parte da mesma classe e tem a mesma professora gorda, que todos nós temos na época, que os ensinam a pintar, desenhar e brincar com massinha.

A infância foi sossegada: Rodeados de festas, pequenos amigos, parentes bajuladores, cursos forçados de algum instrumento escolhido pelos pais e viagens de final de ano com a família. Tiveram doenças básicas que todas as crianças desenvolvem, tomaram suas vacinas e aprenderam a desfrutar o mundo que os rodeava naquele espaço em que viviam.

Luis e Rick entraram para a pré-adolescência. Seus corpos começaram a mudar, suas vontades ficaram diferentes e a fase de não serem tão submissos às idéias alheias, deu-se inicio: Após quatro anos de piano, Rick decide sair das aulas para fazer Karatê. Luis, meio indeciso, decide continuar na música, mas quer aprender Violão. Ambos pedidos são atendidos pelos pais, mas o de Rick só é feito depois de muita briga, gritos e choradeira, pois os pais não gostariam que ele abandonasse a música.

Após ver um noticiário na televisão, a mãe decide que deve colocar-lhes em um curso de inglês, pois notou que no futuro será muito bom, além de ela não acreditar em inglês de escola. Nenhum dos dois gostou muito da idéia. Depois de algumas horas de debate frente a frente, Rick, muito decidido, diz para a mãe que quer aprender japonês, pois todo mundo em sua academia de Karatê conversa no idioma e ele gostaria de se comunicar melhor com o pessoal. Luis, apesar de espernear mais que o normal, dizendo que não quer ir para curso nenhum, aceita o que a mãe disse quando ela alega ser uma ordem e não um pedido.

A rotina permaneceu a mesma por alguns anos. Luis pegou tendinite de tanto tocar violão e teve que largar a paixão, ficou arrasado. Rick já não freqüentava mais o Karatê como antes, pois chegou à faixa preta e ele não gostava muito de participar de competições, saiu sem pensar, soube que a época passou. Ambos tiveram uma namorada na mesma época, mas a de Rick não durou muito tempo.

Observando que já estavam ficando grandinhos, seus pais o incentivaram a arrumar um emprego para matar o tempo e aprender o valor da moeda. Rick, triste por não estar mais namorando, mas alegando que realmente precisava fazer algo para preencher a mente, gostou da idéia e logo a colocou em prática. Foi trabalhar em uma pequena loja de doces no qual o pai de um dos amigos do Karatê era dono. Luis, mesmo gostando da idéia, não foi atrás do emprego, preferiu gastar o tempo livre com sua namorada e com estudos, pois já sabia que teria de ler muito para entrar no curso desejado da faculdade, que ele não tinha certeza se gostava... A época do ensino médio ia acabando-se e, como Luis teve mais tempo para estudar, entrou no curso de Engenharia numa faculdade pública. Rick, que gastou o seu tempo em trabalhar, não teve tanta sorte, nem saco, para focar-se: Entrou no curso de Administração, que um amigo disse-lhe ser genérico, para quem ainda não tinha certeza do que queria, em uma faculdade particular, não muito cara. Para poder pagar as mensalidades, ele mudou de emprego e foi para um temporário como atendente de telemarketing. Ele sabia que os pais não teriam condições de bancar-lhe.

No campus da faculdade, Luis, sempre muito tagarela e comunicativo, conheceu uma nova garota e trocou de namorada, o que não foi fácil. Depois de muitas brigas e desentendimentos internos, ele finalmente decidiu ficar com a verdadeira nova paixão. Os pombinhos se viam quase todos os dias e tinham uma ótima rotina de namoro: Sexo em qualquer canto a qualquer hora.

Rick, ainda sem namorada, era mais agitado, vivia enfiado em festas e ficando com o máximo de garotas que pudesse. Às vezes Luis e namorada o acompanhavam nas baladas.

Os anos se passaram e Luis gastava suas horas apenas com os estudos e namorada, reclamava muito por não ter mais tempo para outras coisas, sua faculdade integral. Rick divida o trabalho com os estudos e, mesmo não indo muito bem na faculdade, conseguiu arranjar um emprego em uma grande empresa na área administrativa, como treinee. Um ano depois, mudou-se de casa, já que agora estava com um ótimo salário, decorrido de uma promoção pelo diploma de bacharelado.

O namoro de Luis acabara quando ele descobriu que sua namorada o traíra com um colega de turma. Ele, super arrasado, ainda tendo um ano a mais de faculdade pela frente, sentia que as coisas estavam erradas em sua vida e resolveu trancar o curso para pensar a respeito. Passou um tempo parado, sofrendo com dor de cotovelo e, depois de muitas conversas filosóficas com seu irmão e amigos, resolveu recomeçar na vida cursando Fisioterapia, que alegou ser sempre o que ele sonhou, entrando em uma faculdade, agora particular.

Mais anos se passam até que Rick se tornou noivo de uma mulher que conheceu na empresa, foram morar juntos em questão de meses. Luis, para ganhar a vida, estava trabalhando em linha de produção de uma empresa de peças automotivas, ao mesmo tempo em que cursava sua nova faculdade. Todos os dias ele tinha esperanças de ser promovido ou ganhar um aumento, mas nunca acontecia do jeito que ele queria.

Rick viajava com sua noiva pela Europa nas férias. Luis ia algumas vezes com alguns amigos para o litoral mais próximo. Um conseguiu tempo suficiente para desenvolver algum Hobby, o outro ficava irritado reclamando que nunca tinha tempo nem dinheiro para fazer nada.

No casamento de Rick, Luis estava sozinho, sem companhia, não conseguia mais manter um relacionamento fixo com outra garota, ele era uma fonte de tremendo mal-humor e ele mesmo pouco se suportava. Trancava-se em memórias e comparava tudo e todos que o rodeavam.

Luis terminou a faculdade de Fisioterapia e conseguiu um emprego no hospital local da cidade, mas nunca se sentia completo, o que ele realmente queria era abrir um próprio negócio. Pelo menos tentava juntar dinheiro para isso, mas sempre gastava as economias com contas que não paravam de surgir. Tinha inveja do irmão, mas que ele achasse que atrapalhasse claramente sua vida.

A mulher de Rick ficou grávida e logo menos Luis tornou-se titio. Na sala do berçário, Luis olhava todas aquelas pessoas dando atenção ao Rick e ao bebê. Reclamou para si mesmo, em voz alta, que quando ele era pequeno, nunca tivera tanta atenção daquele jeito. A mãe dele desmentiu e disse que os dois filhos sempre tiveram o mesmo carinho, mas que as coisas desandaram quando ele tornou-se um homem inseguro, indeciso e teimoso.

Luis saiu da sala bravo, foi para casa e lá sentou-se no quintal com um copo de Uísque em mãos para refletir sobre sua vida. Assim permaneceu até sua velhice, sem nunca levantar-se realmente para uma verdadeira ação que lhe desse combustível para seguir em frente.




A Análise



      Jogadores: Luis e Rick


      Objetivo: Viver a vida plenamente.


Todos sabem que nossa infância gira ao redor das escolhas e atitudes dos nossos responsáveis, sendo assim, as atitudes que nossos pais têm conosco resultará, em um futuro não muito distante, nas nossas escolhas perante outras pessoas. Se os pais nos enchem de carinho e tem o cotidiano de comer macarrão toda quinta-feira, é dessa maneira que as crianças vão crescer e fazer disso suas futuras realidades, passando para seus filhos, em um ciclo sem fim. Por outro lado, tem aqueles pais que enchem seus filhos de tapas e socos, mau tratos em geral, ou bebês que nascem com defeitos físicos ou recebem um grande trauma durante a gestação/infância também têm influência direta na personalidade e realidade. (lembrando que esse texto não leva em consideração suposições espiritual de vidas passadas para a explicação: “Ele está pagando por algo que cometeu”.)

A Neurolinguisitca, a grosso modo, caracteriza um campo de investigação que se interessa, de uma maneira geral, pela cognição humana, que inclui aspectos sócio-culturais, neuropsicológicos, afetivos, biológicos, etc. O que significa que, no caso dos bebês, todas as experiências comportamentais que eles observarem servirá para criarem a realidade ao seu redor, uma realidade sortuda ou azarada.

É inevitável: Basta torcemos para que a probabilidade esteja ao nosso favor. Nenhum de nós, seres humanos, temos escolha de onde nascer e de como seremos tratados. Se nossos pais tiverem uma maneira afetiva positiva, assim seremos quando crescer, afetando 100% em nossa sorte. Caso a neurolinguistica de nossos pais seja tensa, medrosa e maldosa, cresceremos com um pouco desses atributos, novamente, afetando em nossa futura sorte.



“Ao nascer, todos nós somos vitimas da bondade ou da maldade alheia.”


Jorge Maluf F.




As coisas ficam um pouco mais complicadas quando o cotidiano começa envolver terceiros: Luis e Rick vão para a escolhinha, inevitavelmente acabam conhecendo novos pontos de vista, tem experiências com outras crianças e tem lições que levarão para o resto dos seus dias. Existe a probabilidade de seu filho ser amigo de uma criança doente, cujo pai pode ser um pedófilo enrustido. Ou a probabilidade de as amizades serem mais “construtivas”, com crianças filhas de pais com uma ótima neurolinguística e amáveis. É trabalho dos pais ensinarem, para seus filhos, que educação mental eles terão perante diversas escolhas da vida. Por exemplo: Se eles se depararem com alguém que lhes oferece drogas, terão determinada atitude.

Até certa idade, desenvolvemos a base de nossa personalidade sobre tudo isso que foi falado no texto, tendo a influência direta de nossos pais e da nossa observação ingênua.

Cada pessoa sabe das experiências que teve e como cresceu, servindo para si mesma, e apenas para si mesma, de base nas futuras escolhas, deixando as crenças mais fortes formando o conhecimento geral de vida, que é pessoal (base da Epistemologia, ou Teoria do Conhecimento), facilitando o entendimento íntimo da continuidade do texto.




A Observação Alheia


Após a formação de nossa personalidade, com o que observamos e passamos nas primeiras fases da vida, nosso mundo fica realmente interessante quando a liberdade de escolha nos é concebida pelo tempo.

Lembrando que seus objetivos eram uma vida plena, Rick e Luis foram para caminhos opostos assim que começaram a raciocinar melhor. Um sempre foi bem decidido e corria atrás das escolhas com a verdadeira fé, tendo muito mais conhecimento sobre o caminho que seguia, sabendo dos riscos e etc. O outro nunca foi sincero consigo mesmo, colocava a insegurança em primeiro plano, se estagnando cada vez mais na vida. Ele foi vítima da própria observação negativa que adquiriu na infância e nunca lutou para se livrar. São coisas que atraem para si mesmo maus resultados (sua “Fé Inabalável”, a Lei da Atração, foi abalada).



“A Lei da Atração, segundo o filme ‘O Segredo (The Secret, 2006)’, é uma lei que sempre está agindo em todos nós assim como todas as leis naturais, como a lei da gravitação, como a lei da ação e reação, etc. É uma lei que explicaria o porquê de tudo que acontece em nossa volta, dizendo que as nossas emoções, produto de nossos pensamentos, que produzem os acontecimentos do dia-a-dia. Se tivermos boas emoções, então teríamos bons acontecimentos na nossa vida. Se tivermos más emoções, então teremos maus acontecimentos na nossa vida. O filme defende que devemos ter um cuidado na hora de pensarmos, para não pensarmos o que não queremos e assim isso não acontecer na nossa vida.”

Trecho extraído de Wikipédia




O grande erro que cometemos é que, mesmo obtendo o máximo de informações possíveis e sabermos exatamente o que queremos, usando e abusando da Lei da Atração, tendo em mente os riscos, probabilidades e estatísticas como base de resultados, esquecemos que não vivemos sozinhos no mundo. A nossa realidade se mistura com a realidade dos outros, tornando o jogo ainda mais interessante com muitos outros observadores.

Se vivêssemos sozinhos em uma caverna, teríamos controle total de nossa sorte, apenas torcendo para que uma rocha não caísse em nossas cabeças durante o sono (probabilidade). Mas como esse não é o caso e vivemos em uma sociedade ENORME. A minha vontade de vencer se mistura com a vontade alheia de vencer (ou de perder), contagiando a sua sorte.

Uma pessoa que convive com campeões, se tornará um campeão. Assim como uma pessoa que vive no meio de perdedores, se tornará um perdedor. Drogados no meio de drogados, ladrões no meio de ladrões, felizes no meio de felizes e tristes no meio de tristes. Quem está na chuva, irá se molhar. Faz parte da VIDA, não há como fugir.

Novamente: Quanto mais formos sensatos e conscientes disso, melhor podemos escolher o que queremos fazer, podendo conviver normalmente com todos sem sermos, de fato, afetados completamente. Então poderíamos viver no meio de perdedores sem nos tornar um.

Com a Lei da Atração é possível fazer os outros também pensarem positivamente por você, o que lhe ajuda na realização de alguma meta (da mesma maneira, acontece o inverso). Em um pequeno grupo de, por exemplo, de 10 pessoas, uma delas diz que está se sentindo sortuda naquele dia. No mesmo instante, outras 9 pessoas vão achar e PENSAR que aquela 1 está realmente se sentindo sortuda naquele dia, fazendo a sorte acontecer de VERDADE para ela. Se essa 1 pessoa ainda conhecer técnicas de PNL, poderá extrair ainda mais das outras 9 pessoas.

Se a neurolinguistica é o estudo profundo da linguagem, a PNL (Programação Neurologia Lingüística, ou Programação Neurolinguistica) nada mais é do que a capacidade que uma pessoa tem de modelar o comportamento de si próprio, ou de outras pessoas CONSCIENTEMENTE. Como dito, os pais são os primeiros exemplos que todos temos de como iremos nos comportar em sociedade, como será o caráter. Quando Luis e Rick chegaram à pré-adolescência, o que eles observaram e passaram na fase de concepção de informações, desabrochou de maneira positiva ou negativa.

Existe um caso de uma mulher que tinha uma doença teoricamente incurável. Os médicos lhe diagnosticaram alguns meses de vida. No entanto, um médico, muito inteligente, que usou e abusou de PNL para cima dessa paciente, a convenceu que ele criou uma pílula que poderia curá-la da doença. Qual foi o resultado? A mulher se AUTO curou. Depois de já não ter mais nenhum sintoma da tal doença, o médico confessou que não lhe deu nada além de simples pílulas de farinha de trigo. Algumas pessoas dizem que é milagre, outros dizem que é sorte. Eu diria que foi: Fé + PNL + Física Quântica do médico para cima da mulher + Física Quântica que a mulher teve ao ficar mentalizando que estava realmente melhorando. A probabilidade de ela ter pegado um médico cuzão que falasse para ela não que não tinha mais jeito e logo morreria: “Vai pra casa sua velha, você está no bico do urubu.”. Ela, com certeza, morreria.

Da mesma maneira que alguém pode ajudar-lhe como no exemplo das 10 pessoas e da paciente, o contrário poderá acontecer. Algumas pessoas saem contando segredos, objetivos, conquistas, almejos para os outros e acham que nada afetará em suas vidas. Afetará de tal ponto que ela até poderá perder tudo. Infelizmente o mundo não é cheio de boas pessoas que querem nosso bem. Devemos saber para quem contar as coisas. Uma observação negativa para nosso lado, mais forte que a nossa própria, pode ser o fim para uma boa sorte.

Viver em comunidade é isso. É envolver-se até com as vontades alheias. Aquela velha frase clichê: “O que você faz para os outros, um dia voltará para si.”. É verdade. É uma equação matemática básica já provada. Se você agrega algo de bom a alguma pessoa, automaticamente agregou a si mesmo. Uma hora resultará em algo de bom ou de ruim. É uma escolha básica.

E aquelas pessoas que só fazem merda para os outros e na verdade se dão bem na vida? Essas pessoas receberão o que merecem um dia? Depende... Chega ser um paradoxo. Existem pessoas que conseguem anular a vontade alheia e controlar 100% sua PNL e Lei da Atração, tornando-se insanas a tal ponto de se sentirem bem matando, roubando e fazendo mal aos outros e, tudo isso, faz com que elas sejam verdadeiras consigo mesmas, tendo sorte na vida.




Conclusão


De uma maneira simples, a sorte é controlável como qualquer outro membro do corpo humano, mas não unicamente por nós mesmos. Mas tendo em mente que vivemos no meio de muitos olhares e realidades, torna-se muito mais fácil de atrairmos a sorte para nós mesmos, podendo até controlar as estatísticas e probabilidade.

A probabilidade de alguém ganhar ao acionar a alavanca de uma máquina caça níquel, por exemplo, é mínima, um percentual desprezível. É errado imaginar e modelar sua realidade achando que você vá ganhar em uma máquina como ela: “Vou ganhar no caça níquel, vou ganhar no caça níquel.”. Bitolar-se a tal ponto, só fará mal. O correto seria crer que, de alguma maneira, uma grande quantia de dinheiro irá aparecer para você e, para isso, você faz algo CONCRETO que, de fato, dará dinheiro. A Teoria da Sorte, agora nomeada dessa maneira, funciona controlando até as coisas MENOS prováveis, mas para isso deve-se pensar e querer de verdade, sempre agindo, nunca ficando parado, envolvendo as pessoas certas, misturando sua realidade com quem vá fazer bem a você, utilizando de objetos como amuletos, escutando músicas e cantando-as... Cada pessoa do seu jeito. Se no meio desse processo, por algum acaso, você foi á uma máquina de caça níquel e ganhou um ótimo prêmio, é como uma “recompensa” por diversas ações verdadeiras que você fez para alcançar o objetivo.

Simples como voar.




Jorge Maluf F.




Citações



“Pode ser que a corrida não seja sempre para o rápido nem a batalha para o forte, mas é assim que se deve apostar.”


Damon Runyon



“O risco é prporcional ao prêmio.”


Desconhecido



“A confiança é contagiante. A falta dela também.”


Michael O´Brien



"Sua existência na terra só é verdadeira porque outras pessoas podem confirmá-la."


Jorge Maluf F.



“Viva livre da prisão dos outros.”


Jorge Maluf F.








Trabalho Fotográfico






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